É possível dizer que o amor de uma mãe é uma aceitação incondicional da vida, da educação e das necessidades das crianças. Entretanto, é fundamental acrescentar um ponto importante: a vida das crianças tem um aspecto essencial. Esse aspecto é a necessidade de cuidado e responsabilidade que são indispensáveis, não somente para garantir a segurança de suas vidas, mas, principalmente, para promover um crescimento emocional, psicológico, intelectual e cultural. Para isso, é necessário que haja uma influência de valores positivos relacionados à educação, amor à vida, responsabilidade e independência, entre outros. Portanto, o amor materno possui um caráter prático, altruísta e generoso, sendo reconhecido por todos os educadores como o mais alto tipo de amor e o vínculo positivos relacionados à educação, amor à vida, responsabilidade e independência. Portanto, o amor materno possui um caráter prático, altruísta e generoso, sendo reconhecido por todos os educadores como o mais alto tipo de amor e o vínculo emocional mais sagrado. No entanto, muitos educadores alertam que a verdadeira manifestação do amor materno não se limita a amar apenas a criança, mas inclui o amor pelo ser humano que se desenvolve dia após dia em aspectos emocionais, intelectuais e físicos. É extremamente importante abandonar a natureza possessiva e narcisista, pois à medida que a criança amadurece, ela não deve ser vista apenas como um objeto de gratificação pessoal, mas como uma expressão do lado criativo que existe em cada uma delas, ajudando-as a se tornarem mais conscientes de seu caráter. Elas precisam se desenvolver e se transformar em seres humanos autônomos. Assim, a essência do amor materno está no desejo da mãe de que seu filho ou filha se "separe" dela. Essa fase torna o amor materno num desafio que exige desapego, ou seja, a habilidade de dar "tudo" sem esperar nada em troca, além do bem-estar da criança, visando torná-la independente. Diversas pesquisas indicam que muitas mães falham nesta fase, não conseguindo cumprir a missão de apoiar a maturidade de seus filhos, pois tendem a ser dominadoras, possessivas e excessivamente vaidosas. Embora consigam ser mães amorosas enquanto seus filhos são pequenos, apenas as mulheres verdadeiramente amorosas se tornam as mais felizes e maduras, permitindo que seus filhos cresçam em todas as áreas possíveis.